Três importantes obras para a BR-116, que deveriam começar no segundo semestre, ainda não saíram do papel. Segundo comitê da Assembléia Legislativa que acompanha os projetos para desafogar a rodovia, a licitação para definir as construtoras está emperrada, comprometendo o início dos trabalhos ainda neste ano. Ontem, ZH apresentou levantamento do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit) sobre os pontos críticos das rodovias federais no Brasil. O trecho entre São Leopoldo e Canoas, na BR-116, aparece como o pior entre os mais de 4 mil quilômetros da rodovia. O encaminhamento de soluções para amenizar a situação pode demorar. Em maio, na Assembléia Legislativa, o Dnit apresentou três obras que deveriam começar no segundo semestre. Além do alargamento da ponte sobre o Rio Gravataí, dois viadutos seriam iniciados, em Sapucaia do Sul e Novo Hamburgo. – A última informação que tivemos do Dnit, na semana passada, dava conta de um problema com a licitação para essas obras. As empresas interessadas não haviam respondido a um quesito no edital que exige experiência na produção de concreto armado – afirma o deputado estadual Ronaldo Zülke (PT), coordenador do comitê da Assembléia que acompanha os projetos da BR-116. Segundo Zülke, é esperado para esta semana um nova reunião com o departamento para tentar resolver o impasse e também apresentar 90 sugestões para a rodovia obtidas em seminário realizado em Canoas. ZH buscou ontem à tarde contato com o diretor de infra-estrutura rodoviária do Dnit, Hideraldo Caron. Segundo sua assessoria, ele não poderia dar resposta sobre o assunto no momento devido a outros compromissos.
Fonte: Zero Hora
Fonte: Zero Hora