terça-feira, 28 de outubro de 2008

Após seis meses de trabalho, são concluídas as fundações da ponte sobre o rio Machado

A empresa GM Engenharia, responsável pela construção do alargamento da ponte sobre o rio Machado, anunciou no último sábado a finalização de uma das etapas da obra. Trata-se do serviço de fundação, que levou seis meses para ser concluído. Segundo o engenheiro Rafael Oliveira Silva, 44 fundações foram feitas, sendo 22 em cada lado da ponte, cada uma com profundidade entre seis e sete metros. A segunda etapa começou ontem e consiste no levantamento dos pilares de sustentação da ponte.Após visitar a obra no último sábado, o diretor de Planejamento e Pesquisa do Departamento Nacional de Infra-Estrutura (DNIT), Miguel de Souza, afirmou que o alargamento da ponte sobre o rio Machado não corre risco de sofrer paralisação ou atraso na sua execução. A obra está orçada em mais de R$ 20 milhões.Sobre a construção dos pilares, o engenheiro Rafael Oliveira disse que até dia 20 de dezembro todos já estarão concluídos. “Nossa previsão é que até o final do próximo ano, a empresa tenha condições de concluir toda a obra”, disse, otimista. TranstornosPara vários profissionais que se utilizam da ponte, os transtornos causados pelas obras de alargamento são compensadores. A frentista Valquesia de Souza, 20 anos, considera que a conclusão da obra é esperada com muita expectativa, principalmente no horário de pico, quando o fluxo de veículos é enorme no trecho que vai da Vila Jotão até a rua 22 de Novembro. “Espero que, com a entrega desta obra, o trânsito fique também mais humano”, ressaltou.Pessimista, o office boy Márcio Pereira Garcia, 19, disse não acreditar muito na entrega da obra dentro do prazo estabelecido em contrato. Ele atravessa a ponte mais de 15 vezes por dia e a conclusão da primeira etapa não o animou muito. “Só vou acreditar na conclusão da ponte quando acontecer. Acho que vai além do prazo. Enquanto isto, nós sofremos o transtorno da obra porque muitas das vezes ficamos esperando horas para que equipamentos sejam descarregados”, afirmou.
Fonte: Diário da Amazônia